Manual Operacional – Abertura de Chamados BM Tec

Pensando na praticidade e na gestão de conhecimento dos nossos clientes, a BM Tec implantou e está oferecendo uma plataforma para gestão e controle de chamados junto a sua equipe de help desk.

Temos por enquanto duas formas de envio de chamado que serão descritas abaixo e, em breve, esta ferramenta estará disponível através do nosso site.

Veja como é simples entrar em contato com nossa equipe através desta nova plataforma.
Dica: Quanto mais detalhada a descrição do seu chamado maior a agilidade no atendimento e assertividade no retorno.

1. Envio de chamados por e-mail

Para abrir um chamado junto a nossa equipe de help desk basta o envio de um e-mail, encaminhando a sua solicitação para o seguinte endereço: suporte@bmtecbrasil.com.br. Nesse caso, o assunto do e-mail será o título do chamado, o corpo será a descrição. Você pode também enviar anexos, para isso, pasta adicionar os arquivos necessários no e-mail e pronto, já estarão automaticamente associados ao chamado.

2. Acessando a Tela de Atendimento

– Logar no acelerato através do usuário e senha que foram enviados para o seu e-mail.

– Na tela inicial, temos o acesso ao home, onde é possível visualizar os tickets por status:

– Indo em Atendimento => Chamados:

– Temos acesso a lista de ticket, organizados por prioridade:

– Para criar um novo chamado a partir desta tela, basta clicar em +Adicionar Chamado:

Aqui temos os indicadores do chamado, sendo na ordem:

1. Titulo – Breve descrição da solicitação, resumindo e objetivando a mesma:

2. Tipo de Ticket – Aqui está como o indicador do tipo de atendimento prestado:

3. Tipo de Prioridade – Prioridade que define o SLA de Atendimento, assim como o impacto da solicitação:

4. Organização – Indica qual a empresa(s) do cliente, pode ser departamento ou filial:

5. Agente – Usuário que será responsável pelo atendimento a ser prestado (Apenas equipes de Atendimento tem esse acesso):

6. Categoria – Define qual o tipo de produto ou serviço que deve ser atendido:

7. Solicitante – Usuário que está solicitando essa demanda, pode ser o mesmo que está abrindo, ou outro que pertença a sua organização:

8. Aba Seguidores – Onde pode ser incluso outros usuário que acompanharão esse atendimento (Somente usuários da mesma organização):

9. Descrição – Descrição detalha da solicitação, que pode ser reforçada com imagens, videos e anexos diversos:

– Após preencher os campos indicadores do ticket, basta clicar em Salvar, e o será direcionado para a tela do ticket aberta já aguardando atendimento da área responsável:

3. Busca Avançada de Tickets

Para pesquisar os tickets, utilizando filtros com base de todos os indicadores que compõe o ticket, to cliente pode utilizar o Busca Avançada de Tickets, para acessa-lo, basta ir em Home => Busca Avançada de Tickets, e utilizar todos os filtros necessário para localizar tickets específicos:

 Todos os chamados abertos por você estarão associados a sua conta. Eles podem ser visualizados na Home ou na listagem de tickets, é possível acompanhar e inserir comentários acrescentando informações úteis ou respondendo aos usuários de atendimento.

Desafios da LGPD nas Instituições de Ensino

Falta menos de um ano para que as instituições de ensino se adequem as mudanças da Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD). Entenda os desafios.

A Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD) foi promulgada em 2018 e completou o primeiro aniversário em 14 de agosto. Para assegurar que todos os seus artigos possam ser cumpridos temos pouco mais de 10 meses. O Brasil adere às práticas já adotadas em outros lugares do mundo sendo muito incentivado em função de relações comerciais com outros países. Alguns países vizinhos do Brasil, já implantaram legislação de proteção aos dados pessoais há alguns anos. Convém destacar que na União Europeia, legislação semelhante (GDPR) teve o início de vigência em 2018.

Tendo como importante alicerce o direito à privacidade e à liberdade, esta legislação promete grandes alterações no cenário econômico, cultural e jurídico. Importante salientar que todas as empresas e instituições estarão sujeitas à sua aplicação, inclusive às suas penalidades.

Para uma melhor compreensão, salienta-se que dados pessoais são considerados todos aqueles que possibilitam a identificação das pessoas físicas, tal como o CPF, já que por meio dele, pode-se chegar a outras informações sobre a pessoa que precisariam ser preservadas. Ao analisar a lei em questão (13709/2018), observa-se a intenção clara de “devolver ao dono dos dados” a gerência sobre eles, tanto é que a lei prevê taxativamente as hipóteses em que ficam autorizados tratamentos de dados.

As instituições de ensino estão diretamente afetadas, já que coletam e realizam o tratamento de dados pessoais, especialmente de crianças e adolescentes. Mesmo assim, é relativamente comum a ausência de um plano de ação para adequação à nova norma. Para as entidades que já adotavam uma política de segurança da informação, de compliance e de proteção da privacidade, o caminho a ser percorrido terá alguns facilitadores. Mas, necessariamente inicia com um amplo diagnóstico acerca dos dados pessoais já coletados e com um plano consistente, que inclua mudança de processos.

Outro destaque importante é que as instituições de ensino coletam de seu público-alvo, diversos dados considerados sensíveis (de acordo com a LGPD), tais como dados biométricos, religião e dados sobre a saúde.

Considerando que é um tema novo e complexo e o volume de dados pessoais coletados e registrados por instituições de ensino, recomenda-se que a referida adequação seja acompanhada por profissionais qualificados nesta temática.

BM Tec amplia portfólio de soluções

Especializada em prestar consultoria para empresas com o sistema de gestão Totvs Protheus, a empresa BM Tec incorporou uma nova solução em seu portfólio para atender uma demanda importante dos seus clientes: o lançamento automático de documentos fiscais de entrada no ERP Protheus.

Sobre a BM Tec

A BM Tec atua no mercado de tecnologia desde 2017 com serviços de consultoria, suporte, implantação e treinamento de clientes com o ERP Protheus, tendo como seu maior objetivo maximizar o desempenho das empresas na utilização do ERP, através de uma ampla experiência e um elevado padrão de atendimento.

São os pilares da empresa: Confiança, Simplicidade e Parceria.

Contudo, a empresa também passa a implantar e dar suporte ao software de controle de documentos fiscais ConexãoNF-e.

ConexãoNF-e: Controle fiscal integrado ao ERP Protheus

Fundada em 2008, a ConexãoNF-e fornece soluções especializadas na gestão e controle de documentos fiscais eletrônicos, prevendo a redução de esforços humanos aplicados em processos burocráticos, como o recebimento e armazenamento do arquivo XML através de externos e o lançamento manual de notas fiscais e conhecimento de transporte no sistema de gestão empresarial ERP.

Como funciona?

A ferramenta da ConexaoNF-e estabelece conexão com a SEFAZ e recebe todas as NF-e e CT-e emitidas contra o CNPJ do cliente. A partir disso, os documentos de entrada são listados para lançamento no ERP da empresa de forma automática, dispensando a necessidade de digitação e permitindo configurações diretas de forma facilitada, como a vinculação (também automática) do pedido de compras.

A solução integra tanto com o ERP Totvs Protheus, quanto Totvs Datasul e SAP B1.

Teste gratuito

Uma das grandes vantagens da ferramenta é o período de 7 dias grátis para testar. O sistema é implantado na base do cliente, propondo que a otimização dos processos seja atestada na prática antes da contratação.
Além da importação automática, a solução oferece outros benefícios para prevenir multas, pagamentos indevidos e lançamento de documentos fiscais fraudulentos no ERP. Confira aqui!

 

Segundo Isabel Melo, Diretora da BM Tec, as funcionalidades da ConexãoNF-e já trouxeram resultados positivos para as empresas que presta consultoria e implantaram a solução:

“Todos os nossos clientes possuem a necessidade de importar XML´s. Tanto para agilizar o processo de entrada de notas fiscais, quanto para solucionar problemas por inconsistências/erros de digitação. A Conexão-NFe oferece um pacote completo de soluções para esses casos. Ela também oferece o armazenamento dos arquivos fiscais em um local único e seguro.”

 

Isabel ainda completa falando sobre a parceria:

 

“Um benefício importante é a evolução da ferramenta. Nós da BM Tec queremos oferecer o que tem de melhor para nossos clientes e a Conexão-NFe está alinhada com isso. Pois está constantemente buscando inovação e agregando valor ao produto.”

 

Ficou interessado na solução? Faça contato conosco.

BM Tec está localizada na Rua dos Ferroviários, nº 46, sala 307 em Esteio/RS.
Site da empresa: http://bmtecbrasil.com.br/

Divulgada as etapas de implantação do GTIN na NF-e e NFC-e

Em Agosto de 2018, foi publicada uma nova versão da Nota Técnica 2017.001 que trata do GTIN na NFe 4.0. Esta norma traz novas datas para a implantação das regras de validação do GTIN que haviam sido postergadas.

As regras serão implementadas em etapas, conforme plano de implantação abaixo e devem entrar em vigência em produção a partir de Fevereiro de 2019. As etapas previstas para “Implementação Futura” serão divulgadas em nova versão da Nota Técnica.

Atenção! A validação só é aplicada para as empresas que possuem código GTIN. A Sefaz deixa claro que as demais empresas não precisam se associar ao GS1 para adquirir um código GTIN e entrar nessas regras.

Etapas de Implantação

A implantação das regras foram divididas em 5 fases e valem tanto para NFe quanto para NFCe:

  • Etapa 1 – regras do GTIN já implantadas
  • Etapa 2 – validação de acordo com CNAE e NCM
  • Etapa 3 – validação se todas as NFe e NFCe possuem os campos cEAN e cEANTrib com alguma informação
  • Etapa 4 (Implementação Futura) – verificação a existência do código GTIN no CCG
  • Etapa 5 (Implementação Futura) – verificação se GTIN é compatível com o NCM e CEST

Etapa 1
A primeira Etapa indica as regras de validação que já foram implantadas para a versão 4.0 da NFe desde a versão 1.10 da NT divulgada em Dezembro de 2017. As regras verificam apenas a estrutura do código de barras validando seu tamanho, prefixo e se está vazio.

São as seguintes rejeições:

  • Rejeição 611: GTIN (cEAN) inválido [nItem:999]
  • Rejeição 612: GTIN da unidade tributável (cEANTrib) inválido [nItem:999]
  • Rejeição 882: GTIN (cEAN) com prefixo inválido [nItem:999]
  • Rejeição 884: GTIN da unidade tributável (cEANTrib) com prefixo inválido [nItem:999]
  • Rejeição 885: GTIN informado, mas não informado o GTIN da unidade tributável [nItem:999]
  • Rejeição 886: GTIN da unidade tributável informado, mas não informado o GTIN [nItem:999]

Etapa 2
Já na segunda Etapa serão implantadas as validações por grupo de CNAE e NCM. Esta validação será feita conforme cronograma publicado no Anexo I.01. A vigência em produção começa no dia 4 de Fevereiro de 2019. Para homologação, o prazo já começou em Setembro.

Segue abaixo a tabela publicada na norma.

Caso o cronograma não for seguido, a Sefaz poderá rejeitar as notas de acordo com a seguinte regra:

  • Rejeição 889: Obrigatória a informação do GTIN para o produto [nItem:999]

Etapa 3
Na terceira fase serão validadas se todas as NFes e NFCes possuem o código GTIN informado ou possuem o literal “SEM GTIN”, para as empresas não filiadas ao GS1. As regras de validação serão implantadas em homologação a partir de 01 de Dezembro de 2018, porém em produção o prazo é a partir de 06 de Maio de 2019.

As seguintes rejeições poderão ser aplicadas:

  • Rejeição 883: GTIN (cEAN) sem informação [nItem:999]
  • Rejeição 888: GTIN da unidade tributável (cEANTrib) sem informação [nItem:999]

Etapa 4
A quarta Etapa de validação está descrita como “Implementação futura” e contém regras de validação que verificam a existência do código GTIN no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG). Elas serão implantadas por grupo de CNAE e NCM, assim como a Etapa 2, e o cronograma deve ser divulgado em versão futura da norma.

Serão validadas as seguintes regras:

  • Rejeição 890: GTIN inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]
  • Rejeição 894: GTIN da unidade tributável inexistente no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) [nItem:999]

Etapa 5
A última Etapa também marcada como “Implementação futura” verificam, além da existência do código GTIN no CCG, se o código é compatível com o NCM e CEST contido na NFe ou NFCe. O cronograma também será divulgado no futuro.

Serão aplicadas as rejeições:

  • Rejeição 891: GTIN incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 892: GTIN incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]
  • Rejeição 893: GTIN da unidade tributável diverge do GTIN Contido cadastrado no CCG [nItem:999; GTIN Contido esperado: 99999999999999]
  • Rejeição 895: GTIN da unidade tributável incompatível com a NCM [nItem:999; NCM esperada: 99999999]
  • Rejeição 896: GTIN da unidade tributável incompatível com CEST [nItem:999; CEST esperado: 9999999]

NT_2017_001_v1_40:  http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=6vG2Di8cIhM=

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Seja bem-vindo ao blog da BM Tec Brasil, em breve novidades sobre o mundo Protheus para você ficar informado sobre as alterações do sistema!